Lilypie 1st Birthday Ticker

terça-feira, setembro 25, 2007

A saga (do fim?) da amamentação

Alguns dias antes de completar os 4 meses o Gabriel começou a mostrar que tinha fome depois de mamar e entrou o suplemento. Depois disso comecei a sentir que tinha cada vez menos leite, excepto nas manhãs onde sempre continuava o drama das mamas muito cheias e dores imensas nas costas.
As férias foram complicadas na alimentação do gabriel, passava os dias a tentar-lhe dar mama ou a ver se ele bebia o suplemento. Cheguei a dar-lhe mililitros de suplemento de 10 em 10 minutos (ele estava tão super estimulado e cansado que já nem comia nada de jeito). E também passei horrores a tentar que ele mamasse e ele a berrar ainda mais alto, ora porque a maminha não era o que ela queria, ora porque a maminha não tinha lá nada para ele.
A situação estava muito complicada, acordava todos os dias cheia de dores, o bebé mamava e meia hora depois já tinha fome. Nunca sabiamos o que lhe dar, maminha??, que quantidade ponho no biberão???, mas ele ainda há meia hora comeu e ficou todo satisfeito!
Eu bem que tentava que ele bebesse suplemento a seguir à maminha, mas não dava. A quantidade da maminha era tanta que ele às vezes nem mamava a segunda maminha e recusava o biberão. Mas meia hora depois lá vinha o berreiro.
A piorar a situação a minha rinite alérgica estava a atingir proporções já dolorosas. Tinha o nariz feito num oito, sempre a espirrar e tão seco que já estava recoberto de coágulos pretos de sangue e doia-me a respirar. Mas a amamentar não podia tomar os remédios.
Um dia deitei-me no chão em casa dos meus pais a tentar esticar as costas a ver se me sentia melhor... foi naqueles minutos em que nem me conseguia levantar dali tal eram as dores, que percebi que tinha mesmo que fazer alguma coisa.

Hoje depois de 9 dias a Parlodel* + soutien apertado + discos de amamentação com alcool (e não pode tirar leite com a bomba, nem dar de mamar, nem fazer massagens!), voltei às urgências porque não aguentava mais com as dores e as pedras que tenho nas mamas. Felizmente ainda não tive febre, era mastite na certa.

A médica esteve basicamente a mungir-me e eu a chorar de tantas dores e de sentir as esguichadelas contínuas do meu leite.
Diagnóstico: não é normal ainda ter tanto leite depois de tantos dias com o Parlodel, vai ter que amamentar ao mesmo tempo que toma o Parlodel e ainda lhe juntamos anti-inflamatórios 3 vezes ao dia. A ver se não fica aí com um abcesso de todo o tamanho.

Ora... está-se mesmo a ver que a amamentação afinal é para ficar, não alimenta nada o puto, mas ao menos vai-lhe passando defesas e sempre tem um miminho. Eu... lá terei que continuar com as dores de costas, de mamas, de nariz e tudo o resto e esperar que isto se decida a ir secando.

A sério que não entendo... a tentar estimular com a bomba e a oferecer o peito ao bebé várias vezes ao dia estava com cada vez menos leite, tento secá-lo e o leite não pára!


PS. é sempre a mesma mama a dar problemas, foi a mama que mais fissuras, gretas e dores sofreu, foi a que me deixou à rasca na subida do leite e ficou logo encaroçada, era a que tinha sempre menos leite, a mama que o bebé não gostava muito e agora é a mama que dói, que tem muito leite apesar do medicamento para secar, a mama com pedras lá dentro

* 9 dias de muitas náuseas, muito cansaço extremo, muitas dores de cabeça

Etiquetas: , ,

terça-feira, agosto 28, 2007

4 meses

P1000359

É um bebé que exige muita atenção, são raros os momentos em que se contenta a brincar sózinho. Gosta de estar no meio da actividade, é capaz de ficar satisfeito se estiver sentado na espreguiçadeira na cozinha, enquanto preparamos o jantar. Mas é preciso ir-lhe dando risota de vez em quando :)
Evoluiu imenso nas últimas semanas, o que mais quer agora é rastejar. Se o deito, vira-se logo de barriga e começa a levantar o rabo, e se antes só fincava os joelhos agora já o vi fincar os pés também.
Cada vez mais só quer estar de pé, sacanita do puto, ainda não se sabe sentar e só quer estar de pé!
Começa a ser um perigo iminente trocar-lhe a fralda ou vesti-lo depois do banho, lá está ele a virar-se todo para a esquerda e não há forma de se manter quieto. Estica-se todo para a esquerda para agarrar o que quer que veja, o resguardo do trocador, torneiras, roupa, caixa de fraldas, etc ele quer alcançar e agarrar.
Gosta muito de cantoria, quando cantamos ele pára e ouve, e ri-se, ri-se muito!
Para dormir de dia é a mesma dificuldade de sempre, a diferença é que já me conformei para o facto de dormir pouco e organizo as coisas em função disso.

P1000361

Agora que bebe suplemento à noite começou a dormir mais ainda de noite, a hora da primeira mamada passou das 6h/7h para as 7h/8h e até já tem acordado depois das 9h.
A seguir a esta mamada continua a brincar um bocadinho e depois dormir uma soneca de mais 2h/3h.
Para adormecer não há nada como o colinho da mãe para acalmar os estímulos e preparar para adormecer.

[Foste hoje levar as vacinas e ficaste muito sentido. Berraste como ainda nunca tinhas berrado depois de umas vacinas. Em casa estavas tão irritado que precisaste mamar para te acalmar e mesmo assim só adormeceste enrolado numa mantinha, estás a dormir há quase uma hora e ainda não acordaste. Ainda nunca fizeste reacção a nenhuma vacina, espero bem que esta não seja a primeira.]

P1000386

Etiquetas: , , , , ,

segunda-feira, agosto 27, 2007

terapia

Acordo com as mamas desconfortáveis de tanto leite. Estão tão grandes que o que me acorda são as dores nas costas, insuportáveis, devido às más posições a dormir por causa destas mamas tão cheias que nem consigo baixar os braços convenientemente.
Depois o bebé mama. Às vezes estão tão cheias que chegam a doer e tenho mesmo que tirar o leite com a bomba.
Fico melhor mas não por muito tempo. Agora a mamada não parece satisfazer o bebé. Será possível que eu já não tenha leite? Mas ele não quer mais leite? Esteve aqui tão pouco tempo. Bom... ele não parece estar a resmungar. Deve ter querido comer pouco.
Chega a próxima mamada... agora não está mesmo satisfeito. Eu bem tento que pegue na mama, mas ele não quer e larga logo a seguir. Chora zangado. E mais uma vez tento que ele pegue na mama. Apalpo-a. Parece ter leite? Está molinha? Não o quero a chorar. Passo-o para a outra mama. Agarra-se a ela desalmado, mas dura pouco tempo. Já a largou e está outra vez zangado. Acabo por lhe oferecer um biberão de suplemento. Ele bebe o que lhe apetece e termina com um sorriso.
Eu é que não sorrio por dentro, ou melhor, fico felicissima e muito aliviada do ver satisfeito, mas pouco depois começa a remoer. Porque tenho tanto leite ao acordar e depois me falta??? Porquê tanto desconforto se depois lhe tenho de dar suplemento???

A roupa é outro problema. Durante a gravidez são só atenções para a mãe. Assim que o bebé nasce a mãe não passa para segundo plano. A mãe simplesmente deixa de ser importante. Toda a gente vem com uma prendinha para o bebé. Muita roupinha para o bebé. Ele precisa é verdade. E tantas, tantas roupinhas que lhe deram e ele nem as vai chegar a vestir. Ou porque são muito grandes, ou muito frescas, ou muito quentes.
E para a mãe? A mãe também não tem o que vestir! Porque não trazem uma prendinha para a mãe?
Estou tão cansada de não ter o que vestir. De colocar todos os dias as mesmas tshirts desengonçadas. De não conseguir vestir o que quero. De procurar qualquer coisa gira no guarda-roupa e nada me servir. Não me servem as calças, não me servem as camisolas, não me servem as camisas, nem as tshirts, nem os soutiens!

E também já não posso ouvir as avós. Faz-me confusão a capacidade que as avós têm para deixar o bebé a chorar desesperado. No fim de semana fizemos visitas a amigos, já a pensar que se calhar lá voltariamos com um bebé irritado e a chorar superestimulado para casa. E afinal não, o bebé ficou feliz da vida.
E no entanto, bastam umas horas (às vezes até só uns minutos) com uma avó, para o bebé ficar zangado e vermelho de tanto gritar.
Nós parvos, tentamos ajudar o relacionamento avó/neto. Quando o bebé começa a estar cansado, falem baixinho com o bebé (o gabriel assusta-se com todos os sons altos), falem-lhe devagarinho, assim calminho.
As avós também não sabem reconhecer que já não têm a idade de antes. Estão convencidas que o neto é o filho ou a filha que tiveram há trinta anos atrás. O bebé já lhes pesa nos braços e em vez de o darem a outra pessoa continuam a agarrar-se a ele e tentam sentá-lo em cima de uma mesa ou em cima do sofá. Depois o bebé cai, escorrega por ali abaixo, assusta-se e chora desalmado.
Querem à viva força trocar-lhe a fralda em cima de uma mesa ou em cima do sofá, por mais que digamos que seja no chão. Do chão ele não cai.
Teimam em abaná-lo dum lado para o outro quando ele já grita de tão estimulado. Querem sempre ser elas a tentar acalmá-lo ao colo e acabam por desistir com ele já a berrar desesperado (obrigadinha, agora já tenho o bebé em sofrimento e vai ser mais difícil acalmá-lo).
Acabam muito ofendidas com o que lhes dizemos. Eu já te criei a ti! Eu já criei muitos meninos! Há trinta anos já fazia assim!

Há trinta anos não haviam cadeirinhas para o carro. Há trinta anos nem sequer era obrigatório o uso de cinto de segurança. Há trinta anos as camas de grades não tinham uma distância regulada entre as grades. Há trinta anos era moda dar leite de lata. Há trinta anos chamavam ao colostro aguadilha e esperavam pelo leite a sério para dar de mamar aos bebés.

Daqui por outros trinta anos as coisas vão concerteza ser muito diferentes do que são agora. E ainda bem, é um sinal de evolução. Mas chateia-me pensar que daqui por trinta anos eu vou, se calhar, acabar como as avós do gabriel.


Nota: este post não tem comentários, isso quer dizer que não é para comentar. Se realmente acharem que têm mais qualquer coisa a dizer mandem um mail, não comentem nos outros posts.

Etiquetas: , , , , ,

sexta-feira, agosto 24, 2007

o meu leite

Não me interessam todos os factos e argumentos sobre a produção de leite, aqui o que interessa é apenas esta mãe e filho e as mamas da primeira.
Tal como cada bebé é único e até têm umas vezes mais fome outras menos, cada mãe também é única e o seu corpo e produção de leite únicas também.

Eu acordo TODOS os dias (TODOS!!!) com as mamas carregadinhas de leite. Estão tão cheias que é desconfortável e às vezes até um pouco doloroso.
É tanto leite que na primeira madada o Gabriel demora entre 30min a 40min a esvaziar uma só mama. Depois ainda lhe ofereço a outra que está ali à espera a latejar de tão cheia. Só mama uns 5 minutos e chega-lhe. Fico com uma mama vazia e outra mantém-se a rebentar.
Finalmente chega a segunda mamada do dia, finalmente aquela mama é esvaziada. O bebé bebe dum lado e do outro e eu lá fico mais confortável com as mamas equilibradas.
Terceira mamada do dia - mama dos dois lados, geralmente 20min dum lado mais 10min do outro. Quarta mamada igual à terceira mas já menos demorada, muitas vezes é 10min mais 10min.
Chegamos à quinta, ele agarra-se ao mamilo e ao fim de 5min a 10min deslarga e faz um choradinho. Volto a colocá-lo na mesma mama. Ou tenta sugar mais qualquer coisa e lá fica 1min ou 2min ou deslarga imediatamente e o choradinho torna-se em irritação maior. Passa para a segunda mama. Lá fica uns 10min, deslarga e irritação grande. Isto é fome, isto são mamas vazias e bebé com fome.
Na sexta mamada a cena repete-se. Agora depende se o bebé já estava a dormir ou não. Se estava acordado vai ficar ainda mais irritado pela falta de leite. Se já estava a dormir, ele quer é dormir e o pouco que estiver na mama chega-lhe.

Eu não vou dar leite de lata ao puto enquanto houver leite na mama. O bebé é um indivíduo e tem direito a estar chateado, irritado e aborrecido e isso não ter nada a ver com fome.
Da mesma forma eu também não vou deixar o meu bebé a chorar de fome enquanto espero que a mama encha mais qualquer coisinha.

Sim, eu sei que quanto mais a mama for estimulada e vazia, teoricamente produz mais leite. Isso não está a acontecer. Não só o bebé não suga por muito tempo na mama vazia, como a experiência do tirar leite com a bomba também não resulta.

Eu comecei a tirar leite para guardar para levar para a creche. Se acordava com as mamas tão cheias é porque tinha leite suficiente para guardar. Aliava o útil ao agradável e já não aguentava as mamas a rebentar tanto tempo.
Só que quando tiro leite chego à quarta mamada do dia e o bebé esvazia a mama e chora com fome. Isto é porque o meu corpo não produziu mais apesar de ter sido estimulado a produzir pela bomba. E se calhar eu até posso estar a fazer qualquer coisa mal, mas se estou não sei o que é e eu faço o melhor que posso.

Acredito que isto tenha a ver com o facto do bebé estar a demonstrar estar preparado para se iniciar nos sólidos e ao começar a substituir mamadas por uma refeição de sopa, por exemplo, o meu leite já será suficiente para o dia do bebé, e já não será necessário o suplemento.

Apesar da OMS recomendar o aleitamento materno em exclusivo até aos 6 meses eu acredito que é o bebé que nos mostra quando está pronto a passar para a fase seguinte. Seja isso quando ele tem 4 meses, ou 5, ou 6.


E finalmente, o meu bebé não tem horários. Ele acorda de manhã à hora que quiser e depois costuma fazer um intervalo entre 3h30 a 4h e depois faz intervalos geralmente de 3h e ocasionalmente de 2h30. Se até às 21h só tiver mamado 5 vezes e adormecer eu acordo-o às 23h, antes de me deitar, para ele mamar mais uma vez. Faço isto porque já notei que se ele não mamar esta sexta vez no dia ele acorda um pouco mais cedo e já a chorar de fome (e também o ouço a lamuriar-se sem acordar).
Quando acorda de manhã ele está sempre bem disposto a sorrir, nunca acorda a chorar.

Etiquetas: , , ,

quinta-feira, agosto 23, 2007

oito ou oitenta

Nos últimos tempos, assim de vez em quando, o pequenote queixava-se de fome à noite. Não havia grande problema, descongelava-se um saquito do meu leite e o puto lá ficava satisfeito. Ora nos últimos dias a coisa estava a tornar-se repetitiva, até que aconteceu num dia que tinha tirado leite de manhã, o puto a meio da tarde a berrar-me de fome. Lá marchou mais um saquito do meu leite, mas eu peguei no puto e fui logo comprar suplemento. Uma coisa é ele ter fome numa mamada do dia e eu dar-lhe do meu leite tirado previamente, mas tendo fome em mais do que uma mamada o meu leitinho já não chega.
Pois que nesse dia, para além das maminhas, ainda bebeu mais 120ml de suplemento às 20h e outros 120ml às 23h. No dia seguinte acordei com duas pedras em vez de mamas e resolvo dar um descanso à bomba. Só quis suplemento* às 20h (100ml) e às 23h (70ml).
Hoje só tirei uns míseros 50ml de manhã e por enquanto o puto ainda não se queixou de fome. Os 50ml nem sequer os vou congelar, vou-lhos dar quando tiver fome, mais logo.
Alterações de comportamento: não houve! Ou melhor, a haver foi menos sono, ontem o puto das 11h às 21h30 só dormiu 40min por volta das 16h e foi no carrinho! O pai até perguntou se o suplemento não teria cafeína, a verdade é que fui ver os ingredientes daquilo e não é que tem taurina??? (red bull = taurina / red bull dá-te asas! ;) ) LOL raisparta o suplemento!

Entretanto, este miúdo é só novidades. Ontem começou a rastejar. É lindo lindo! Vira-se para baixo, levanta o rabiosque, finca os joelhos e lá vai ele :)
Também já deu a primeira gargalhada! Foi ontem, para mim!!! Só para mim! Que isto de aturar a criaturinha berrante também tem que ter as suas vantagens!
E ainda, hehe, hoje virou de barriga para baixo para a direita!!! Precisou de um bocadinho de incentivo, mas lá conseguiu fazer tudo sózinho!

E hoje, até agora está a portar-se lindamente!!! Viva, viva!


*Fui oferecendo o suplemento desde a mamada das 14h, nunca quis, estava satisfeito e não queria mais leite, só às 20h é que bebeu.


ps. Ainda lá tenho uns saquitos de leite congelado, mas é coisa pouca, uns 125ml por saco, acho que os vou guardar para as papas. Também me parece que vou deixar de tirar leite, não vale a pena andar a tirar leite e congelar umas quantidades minúsculas para depois ainda ter de dar suplemento ao puto porque falta leite na mama. É que tenho a distinta sensação que o leite que tenho de manhã é praticamente o que fica para todo o dia. Quando tiro leite de manhã o bebé pede mais e mais cedo o suplemento.

ps outra vez. Pfff que cheiro horrível tem o suplemento!!! Nem sei como o bebé consegue beber aquilo, mas ele não se queixa e ainda bem! E agora digo adeus às cagadas líquidas e não muito mal cheirosas, ontem saiu-lhe uma bomba de creme esverdeado pelo rabo, um pivete que não se aguentava!

Etiquetas: , , , , ,

segunda-feira, julho 16, 2007

roupinhas e maminha

O Gabriel é um bebé pequenino. Lembro-me de ter ficado quase desiludida quando numa das últimas ecografias me terem dito que o puto era percentil 50. Quer dizer... fiquei muito feliz de o saber grande e bem alimentado, mas sempre esperei ter um bebé pequenino.
Agora que está cá fora foi logo fixar-se no seu percentil pequenino.

Como sempre achei que vinha aí um bebé pequenino, comprei roupas minúsculas para levar para a maternidade. Às 39 semanas fizemos mais uma ecografia que situava o Gabriel num percentil 50/75 e quase 3,5Kg. Comecei a ficar preocupada com o tamanho das roupinhas e juntei à mala de maternidade mais duas mudas do tamanho acima (50's da HM).

Ele realmente nasceu grande. Junto com os outros bebés nascidos no mesmo dia, o Gabriel parecia ter mais um mês. E no entanto as roupas que lhe serviam bem eram as tais roupinhas minúsculas (45 la redoute e 50's petit bateau).

Com uma semana as minúsculas continuavam a servir e os "nascitta" da chicco (44's chicco) deixaram de estar a nadar.

Com um mês começou a usar 50's da chicco e 50's da HM.

Com dois meses começou a usar os 56 da HM, mas só agora deixaram de estar a nadar.

O puto é pequenino e cresce devagarinho. Claro que isto tem vantagens, ele usa, e usa, e usa a roupa dele. Não me posso queixar de lhe comprar roupa e ele só usar uma vez. Até tive o problema contrário, faltava-me roupa pequenina. Os primeiros tempos foram um stress porque não tinha roupa suficiente. Estava sempre a fazer máquinas de roupa com as quatro mudas que ele tinha.

O Gabriel não só é pequenino como parece contentar-se com pouca comida. Tapa o buraquinho e fica logo satisfeito. É mais importante para ele dormir que comer. E eu a desesperar a olhar para a balança, a tirar leite e a ver que não sai nada e sempre na expectativa de ter de lhe começar a dar o "pão com chouriço".

Ainda nunca se queixou de fome depois de comer, e a crescer eu sei que está. Não é preciso olhar para as roupas que deixam de servir, ou deixam de estar largas. Basta olhar para os refegos que lhe aparecem nas pernas. Mas o peso deixa-me ansiosa.

Estou constantemente a pensar que não engorda o suficiente. Que lhe vão querer dar suplemento, que devo estar a ficar sem leite.


Os pesos:

à nascença - 3450gr
com 7 dias - 3200gr
com um mês - 3630gr
com 2 meses - 4350gr
ontem - 4730gr

(diz a pediatra que deve engordar 500gr por mês)

quanto deve aumentar um bebé amamentado?

Etiquetas: , , ,

segunda-feira, junho 25, 2007

2 meses de Gabriel

Meu amor, hoje já fazes 2 meses!
Estás grande, grande! Sorris muito, falas muito, já descobriste as tuas mãos e passaste de acertar com murrinhos na testa para olhar para elas e enfiá-las inteirinhas dentro da boca. E também berras muito!
Estás cada vez mais tempo acordado, dormes muito bem de noite, mas não importa a hora a que foi a última mamada, às 6h em ponto acordas para a brincadeira.
És um sabidão, se te ponho no berço a essa hora tu dás gritinhos a chamar para te tirar de lá. Vens para a cama dos pais, desfazes-te em sorrisos e ali ficas todo contente. Nos últimos dois dias até adormeces lá ao lado dos pais.
Apesar de fazeres intervalos maiores entre as mamadas e já teres o teu próprio horário, o teu intervalo maior em vez de ser durante a noite é ao início da noite, quando adormeces depois da grande birra do dia, as tão conhecidas "cólicas" do pôr do sol.
Isto é um pouco chato porque quanto maior é o intervalo que fazes, mais curtos vão ser os intervalos seguintes. E lá anda a mãe a acordar de 3h em 3h ou de 2h em 2h durante a noite.
Fazes umas cagadas monumentais, e não passa um dia sem cagares a roupinha! Ainda agora voltámos das vacinas (portaste-te muito bem, uma grande choradeira por cada pica, mas ficaste calminho num instante) e eu bem ouvi fazeres duas das tuas mega cagadas. Mas olha filhote adormeceste tão bem quando chegámos a casa, que não valia a pena ir acordar-te para te trocar a fralda e muito provavelmente a roupa também.

Agora eu
Não tenho muito de que me queixar. De vez em quando acordo com dores na zona da costura. Doi-me e sinto aquilo tão quente, principalmente do lado direito (é onde ainda está mais empolado por dentro). O médico já me disse que é normal e vai continuar pelo menos até aos 3 meses.
A roupa é uma chatice, eu gosto de andar de calças, mas só as saias me servem bem. Ainda não consigo usar as minhas calças pré-gravidez e as que comprei entretanto já me estão largas. As tshirts também são uma chatice, para servirem no peito têm que ser enormes, mas como sou baixinha depois são muito compridas.
E comprar roupa é bastante complicado agora, quase tudo o que gosto nem sequer experimento porque não são compatíveis com amamentar e soutiens largos e grandões de amamentação.
Apesar da barriga não acho o meu corpo feio, até tenho saudades do meu barrigão. Nunca me senti tão bonita como na gravidez. O que me chateia é mesmo a roupa, parece que nada fica bem e faz-me sentir gorda. Usar a sling com o bebé é uma maravilha, não há melhor para disfarçar a barrigota ;) tanto que me estão sempre a dizer que já nem tenho barriga nenhuma! Está bem disfarçada!

Etiquetas: , , ,

sexta-feira, junho 08, 2007

Sinais que nos podem dar a indicação de que o bebé está a receber leite suficiente

O bebé mama várias vezes ao dia (o recém-nascido deve mamar 8 a 12 vezes por dia);
Parece satisfeito após a mamada (embora alguns bebés possam ser pacientes após a mamada)
Parece saudável e atento;
Urina várias vezes ao dia;
A urina não tem um cheiro forte;
Durante mais ou menos as 6 primeiras semanas de vida defeca entre 2 a 5 vezes por dia (depois das 6 semanas pode haver bebés que estejam alguns dias sem defecar, isto não constitui nenhum problema desde que o bebé esteja a ser exclusivamente amamentado);
O bebé aumenta de peso
Durante a primeira semana de vida, o bebé perde cerca de 10% do seu peso inicial, entre a 2ª e a 3ª semana de vida o bebé recupera o peso com que nasceu.

Aumento médio peso por semana:
até ao 3º ou 4º mês de vida - 113 a 227 g/semana
entre o 4º e o 6º mês de vida - 85 a 142 g/semana
entre o 6º e o 12º mês de vida - 42 a 85 g/semana

Informação daqui

Etiquetas:

terça-feira, maio 29, 2007

mamada

mamada

s. f.,
acto de mamar;
porção de leite mamado pelo bebé;
hora própria para a mamada;
mamadura.

Etiquetas:

sexta-feira, maio 25, 2007

Essenciais (da gravidez, parto, pós parto, amamentação e bebé) cont

- Creme anti-estrias
Para tentar que não apareçam qualquer creme serve. O importante é manter a pele sempre hidratada. Eu experimentei três: creme gordo (15€ / 17€) até aos 5 meses e depois mustela(22€) e o anti-estrias da palmer´s (9€ / 10€). Fiquei fã da linha da palmer´s. Compram-se no supermercado e são de longe a solução mais barata. Têm a grande vantagem de não serem gordurosos e não manchar a roupa e vêm com doseador :)

- Faixa pós parto
É um item que gera alguma polémica, colocar não colocar, ajuda muito, fica-se sem barriga, os músculos deixam de funcionar... enfim. O que posso garantir é que se fizerem cesariana é um item essencial, é passar de andar toda torta e com grande dificuldade a direita e sem grandes dores.

Etiquetas: , , , , ,

Essenciais (da gravidez, parto, pós parto, amamentação e bebé)

- Soutiens de amamentação Cantaloop
À venda em farmácias, custam entre 25€ e 30€, são em microfibra e esticam, o que os torna muito confortáveis, não apertam o peito e servem desde o final da gravidez até à subida do leite. São os meus soutiens de amamentação mais confortáveis.

- Almofada de amamentação
Daquelas fofinhas tipo ferradura, com recheio de esferovite tipo pufe. Servem para a mamã dormir confortável enquanto está grávida, são um conforto para dar de mamar, principalmente quando se fez cesariana e custa muito ter o peso do bebé na barriga, e ainda servem de pufe para os bebés dormirem confortáveis e enroscadinhos. Há à venda na bebéconfort e custam cerca de 50€.

- Sling
Tenho uma da Rosa Pomar e experimentei ainda um tricotti. A minha sling da Rosa Pomar é dos meus items favoritos. Ando com o bebé para todo o lado e ao mesmo tempo tomo o pequeno almoço, lavo roupa, dou comida aos gatos, faço o almoço, estou aqui a escrever este post... e nada acalma mais o bebé como vir para a sling, ter uma chupeta na boca e a mãe cantar-lhe um bocadinho.
Só é pena não conseguir tomar banho e dormir com o bebé na sling ;)

- PureLan, Bepanthene, Cicamel, Avent Nipple Soothing, Lansinoh...
Cremes de lanolina ou cremes cicatrizantes, qualquer destes não é necessário limpar da maminha antes de dar de mamar. Para lembrar: colocar logo desde a primeira vez que a boca do bebé toca no mamilo. Não fazer como eu que achei que até não doia assim tanto e quando dei por isso tinha feridas que me doiam como tudo!

- Discos de hidrogel (Aquamed ou Chicco)
Experimentei os dois e gosto mais dos da chicco. São um bocadinho caros, mas convém tê-los logo à mão para o caso de ficarem com feridas nos mamilos. Não há nada pior que estar cheia de dores e ter de andar a correr farmácias à procura disto.
O aquamed trás 8 discos e custa cerca de 10€, à venda em farmácias também o encontrei na área de saúde do modelo.
A embalagem da chicco trás 10 discos e custa entre 17€ e 22€, à venda em farmácias e lojas da chicco (na farmácia é onde é mais barato).

- Almofada de sementes
Daquelas que se aquecem no microondas. São uma maravilha para aliviar as dores nas costas, por exemplo.

- Espreguiçadeira para banho do bebé
A melhor solução é a da bebéconfort e custa cerca de 30€. É um descanso para dar banho ao bebé, seja na banheirita dele, seja junto connosco. A que temos foi emprestada - para a próxima não esquecer de comprar :)

- Esterilizador a vapor
Apesar de não usarmos biberons o esterilizador funciona cá em casa pelo menos duas vezes por dia (esterilizamos a seringa para dar o colimil e as chuchas). O que temos também foi emprestado - como tal para a próxima não esquecer de comprar.
É óbvio que podiamos esterilizar as coisas numa panela com água a ferver, mas provavelmente entre dar colo ao bebé não o conseguiamos fazer e é um descanso abrir a tampa, colocar as coisas, a água, carregar no botão e ir embora.


Mais à medida que me for lembrando.

Etiquetas: , , , , ,

quinta-feira, maio 10, 2007

ai as minhas maminhas

Amamentar é difícil, amamentar é muito difícil.
Gabriel abre bem a boca. Vá não sejas preguiçoso, abre bem a boca. Não me magoes Gabriel. Não me empurres. Não me dês murros. Não arranhes a mãe. Abre bem a boca. Au! Porra!
Costumam ser assim os primeiros 5 a 10 minutos de cada mamada. Está muito melhor, já foi assim pelo menos meia hora. E eu sei que a culpa é toda nossa.
Apesar de saber muito bem que nada de chuchas, nem tetinas, acabamos facilmente por ceder à tentação.
Houve aquela noite que a mãe esteve sózinha na maternidade e já só conseguia acalmar-te com o dedo mindinho e acabou por pedir que lhe trouxessem uma chucha. Depois houve aquele dia na maternidade em que a tua mamada foi saltada por causa do estúpido do banho. Já estavas muito sôfrego de fome e não havia forma de pegares. Acabamos por te dar suplemento com tetina, porque com o copinho tu engolias muito ar.
Em casa, apresentamos-te até uma chucha nova, daquelas com o formato xpto para se parecer o mamilo da mãe. Só que o mamilo da mãe não é propriamente normal. Na maternidade chamaram-lhe plano, como tal não tem aquele biquinho xpto.
E depois houve ainda aquele dia em que todos dormimos. O bebé dormiu, a mãe dormiu e o pai dormiu. Quando a mãe acordou já tinham passado umas horas da tua hora de comer. Já estavas muito esfomeado e não pegavas. Tirei leite com a bomba e nem pensei duas vezes, foi logo de biberão e andou.
Filhote, ainda estamos a aprender a ser pais. Já banimos as chuchas todas, se bem que de vez em quando o teu pai ainda pense em ir buscar uma, vê-se logo que não se trata das maminhas dele!

Enfim... na maternidade foram buscar-me mamilos de silicone para ser mais fácil o bebé puxar o leite. Na maminha direita, este apetrecho fez logo ferida, porque com ele tu mamavas só na pontinha. Deixei de o usar e passaste a pegar muito bem.
Na maminha esquerda fizeste umas feridas ainda maiores, e tinha mesmo que usar o mamilo de silicone porque as dores eram imensas. Cheguei mesmo a chorar de tantas dores.
Com a ajuda do PureLan fui conseguindo largar totalmente os mamilos de silicone, as dores já eram idênticas com e sem aquilo. Na maternidade as enfermeiras ajudaram-me imenso. Até porque entretanto os problemas multiplicavam-se. Não só os mamilos estavam em ferida, como o bebé começava a ter dificuldades a pegar e eu estava a começar com a subida do leite.
Para o bebé pegar foi necessário persistência, para a subida do leite o bebé tinha que me esvaziar as maminhas, o que implicava mamadas de uma hora ou mais, depois colocavamos gelo durante 15 minutos nas maminhas. Para as feridas, era deixar as maminhas ao ar e colocar o PureLan. Indicaram-me ainda que devia colocar discos de hidrogel Aquamed e o creme Cicamel.
Foi no dia que saimos da maternidade que tive a subida do leite. As maminhas muito quentes e completamente infladas. Parecia que tinha posto silicone e iam rebentar a qualquer momento.
Foi esse o dia que compramos de urgência a bomba tira leite, mas não a conseguia usar. Fartamo-nos de procurar os discos Aquamed, mas não os encontravamos em farmácia nenhuma. O que valeu foram as duas anjinhas que foram lá a casa fazer uma visita rápida e acabaram a massajar-me as maminhas. Já tinha caroços e tudo. A Cátia e a Pat puseram mãos à obra e com muita água quente, creme gordo e toalhinhas turcas resolveram o problema da subida do leite.
O Tiago acabou por descobrir que na chicco também haviam uns discos de hidrogel, e foi logo a correr comprar. As maminhas começavam a sentir-se melhores.

Agora é esperar com paciência que os mamilos se regenerem e curem. O Gabriel ainda não pega à primeira, como tal ainda dá umas sugadelas mal posicionadas de vez em quando. Eu vou alternando entre cremes e discos de hidrogel. O bicharoco já deve ter comido tanto leite como PureLan, Cicamel e Bepanthene :)
Quando ele pega bem, amamentar é até um prazer. Ele não magoa nada e é uma sensação muito boa. Mas todo o resto do tempo sinto os mamilos doridos.

Anseio pelo dia em que vou tomar banho e a água do duche e a toalha não me vão magoar.

Etiquetas:

segunda-feira, março 05, 2007

conselhos para amamentação

Os que a pediatra frisou:

- deixar o bebé mamar em regime livre, incluindo de noite (o tempo que ele quiser, sempre que ele quiser)
- amamentar de noite é muito importante para a produção de leite
- deixar esvaziar a mama até ao fim, o ideal é os bebés mamarem sempre uma mama inteira ou uma mama e meia, na mamada seguinte começar pela que não mamou ou que mamou em segundo lugar
- se houver algum problema com a mama, dar o leite ao bebé com um copo ou uma colher
- nada de chupetas e tetinas
- garantir uma boa pega, há bebés que já vêm ensinados, outros nem por isso - estimular o reflexo de busca e preensão para que o bebé abra bem a boca, uma forma de fazer isso é tocar nos pontos cardeais ao redor da boca do bebé

Etiquetas: ,

terça-feira, janeiro 30, 2007

28 semanas

27 semanas e 3 dias

Entramos no 3º trimestre. A partir de agora já só faltam mesmo algumas semanas. Praí umas 10, 14 no máximo.
Na semana passada comecei a trabalhar todos os dias a partir de casa. Tirando um dia ou outro com mais dores, tenho-me sentido muito bem. A continuar assim poderei adiar mais algumas semanas o pedido de baixa.
Para a semana vou estar de férias, e (espero eu) vai-me saber maravilhas poder dedicar os dias a fazer as bolsinhas com a roupa dos primeiros dias do bebé e outros preparativos. Às prestações vou começando a lavar as coisas do bebé e a guardá-las nos sítios certos.

Já não falta muita coisa nas nossas listas: o ovo já está escolhido e será oferecido pela avó paterna, ainda não nos decidimos verdadeiramente pelos intercomunicadores e como queremos amamentar a parafernália de biberões, esterilizadores, bombas, etc ainda nos deixa baralhados, mas já sabemos onde ir comprar caso a emergência apareça. Ainda nos faltam uma mochila muda-fraldas para quando sairmos com o bebé, um termómetro de ouvido e bonecos para as gengivas.
Decidimos que há algumas coisas com que só nos vamos preocupar mais tarde como a cadeira de comer, a cadeira auto (mais de 9Kg), brinquedos para o banho, pratos e colheres, copos e um carrinho de passeio.

Da lista da mãe faltam soutiens de amamentação. Mas isto é uma história complicada.
No início da gravidez foi fácil comprar soutiens, avancei para o número acima do normal e durante alguns meses tive soutiens óptimos. Mas agora a coisa está difícil. Por altura do natal fartei-me de procurar o tamanho 95C que era precisamente o único que estava sempre esgotado. Acabei por comprar um 90C e usá-lo na posição máxima, mas logo se tornou desconfortável. Depois comprei um 95D, está óptimo, embora um bocadinho grande na copa. No outro dia achei finalmente o dito 95C e comprei de amamentação um 100C, já que por todo lado aconselham que o de amamentação seja um número acima do que estamos a usar. Ora, não é que me sinto desconfortável com o 95C? Agora uso o de amamentação 100C e o normal 95D. Como tal vou continuar a adiar a compra de soutiens de amamentação, sabe-se lá a que numeração eu chego!

A entrada no terceiro trimestre fica ainda marcada por uma constipação daquelas que, concerteza, ainda me irá acompanhar pelo menos mais uma semana. Uma semana de tosse e expectoração, a pior fase possível da constipação.

E hoje começámos finalmente o curso de preparação para o parto. Para já gostámos bastante. Das coisas mais importantes que tive em conta quando pesquisei os cursos era que fossem dirigidos também aos pais e não só às mães. Na generalidade, os cursos que existem são para as mães existindo uma ou duas aulas para os pais. O que vamos fazer já foi pensado para que o pai vá a todas as sessões. A primeira sessão que nos calhou não podia ser mais apropriada, a psicóloga falou sobre o papel do pai e a fisioterapeuta abordou as lombalgias. :) Já vim para casa com mais uns exercícios, uns que consigo fazer sozinha e outros que o tiago tem de me ajudar.

Nas últimas noites tem sido mais difícil dormir, não só por causa da constipação, mas por uma dor que teimava em aparecer na barriga. Tanto doia para a esquerda como para a direita. Com a fisioterapeuta ficámos a perceber o porquê. O senhor Gabriel resolveu alojar-se todinho do lado direito, pontapés para a esquerda e rabiosque todo à direita. Vamos ter que tentar fazê-lo mudar um bocadinho de posição com umas festinhas do lado esquerdo (deve ser para ver se ele vai lá ver o que é). Mas realmente, quando pensei nisso, reparei que faço mais festinhas do lado direito, e ele deve gostar das festinhas no rabo.
O curso é acompanhado por uma psicóloga (com quem fizemos uma avaliação hoje), uma fisioterapeuta e uma enfermeira e inclui ainda o pós-parto já com os bebés.
Parece-me ser um acompanhamento mais próximo e mais preventivo do que os outros cursos que vi.

Uma das coisas que me preocupa é a depressão pós-parto, e hoje depois da conversa com a psicóloga (que pretende exactamente prevenir essas situações) vim muito mais segura. Com a sensação de ter uma rede para me apanhar na queda :)

Na mesma clínica têm aulas de baby ioga :) Ficámos os dois entusiasmados com a ideia. Veremos mais tarde se as fazemos ou não. De qualquer forma já ficámos a saber que nas sessões de pós parto está incluída uma aula de baby ioga.


27 semanas e 3 dias
Originally uploaded by Morgy.

Etiquetas: , , , , , , ,

quarta-feira, novembro 09, 2005

Dispensa para amamentação e aleitação

A mãe que, comprovadamente, amamenta o filho tem direito a ser dispensada em cada dia de trabalho por dois períodos distintos de duração máxima de uma hora para o cumprimento dessa missão, durante todo o tempo que durar a amamentação.
No caso de não haver lugar a amamentação, a mãe ou o pai trabalhador tem direito, por decisão conjunta, à dispensa referida no número anterior para aleitação até o filho perfazer um ano.
Para efeitos de dispensa para amamentação, a trabalhadora deve comunicar à entidade patronal, com a antecedência de 10 dias relativamente ao seu início, que amamenta o filho e apresentar atestado médico que o confirme.
Se a mãe não amamentar o filho, a dispensa para aleitação até o filho completar 1 ano pode ser exercida pela mãe ou pelo pai que exerça actividade profissional, ou por ambos, conforme decisão conjunta e sem exceder a duração referida infra, devendo o titular em qualquer caso:

- Apresentar documento de que conste a decisão conjunta;

- Declarar qual o período de dispensa gozado pelo outro progenitor, sendo caso disso;

- Provar que o outro progenitor informou a respectiva entidade patronal da decisão conjunta.

Etiquetas: , ,